quinta-feira, 9 de abril de 2020

MOMENTO NOSTALGIA - DESENHO ANIMADO "MUPPET BABIES" - CONHEÇA A HISTÓRIA

Muppet Babies

Vizinhos Barulhentos


História 
O programa Muppet Babies de Jim Henson é uma série de desenhos animados americana exibida entre 1984 e 1991, na CBS, repetida depois entre 1992 e 1999.
Era vagamente inspirada numa cena do filme The Muppets Take Manhattan onde a Miss Piggy imagina como seria se ela e Kermit the Frog tivessem crescido juntos. A série retrata versões infantis dos Muppets que vivem juntos num grande berçário, sob os cuidados de uma babá (nunca se chega a saber o que aconteceu com seus pais). A Babá aparece em quase todos os episódios, mas o seu rosto nunca é mostrado. Em vez disto, a personagem é vista da perspectiva dos bebês, com a sua saia cor-de-rosa e as suas características meias listradas com verde e branco.
A série Muppet Babies foi produzida pela The Jim Henson Company e pela Marvel Productions, e teve produção adicional pela Toei Animation. Depois dos filhos de Jim Henson terem vendido os direitos dos personagens para a Walt Disney Pictures. Embora os episódios durassem 30 minutos (publicidade incluída), a série foi apresentada em blocos de 60 e mesmo 90 minutos durante a sua época de maior popularidade. Fora dos Estados Unidos, o programa foi distribuído pela Walt Disney Television Animation.
Em 2016, foi anunciado um reboot produzido para o canal Disney Junior, lançado em 2018.
Na série participavam as seguintes personagens do The Muppet Show e dos filmes que se lhe seguiram: Kermit the FrogMiss PiggyFozzieAnimalScooterRowlfGonzoDr. Bunsen Honeydew e Beaker. A personagem Camilla também aparecia, sob a forma de galinha de peluche do Gonzo. O sobrinho do CocasRobin, apareceu em vários episódios como um girino num aquário, e a Janice apareceu como Jovem Janice (embora fosse um pouco mais velha e já soubesse ler) num único episódio.
Uma personagem interessante que foi introduzida nos Muppet Babies foi Skeeter, a irmã gémea de Scooter, que só aparece nesta série e que nunca foi um Muppet real. Isto aconteceu porque os produtores do programa queriam mais uma figura feminina no elenco (embora pudessem ter usadoJanice para o efeito). Apesar disso, a voz de Skeeter foi sempre feita por atores do sexo masculino (primeiro Howie Mandel e depois Frank Welker), tal como acontecia com quase todas as restantes personagens femininas dos Muppets nos seus programas (Frank Oz fazia a voz de Miss Piggy, Richard Hunt a voz de Janice e Jerry Nelson a de Camilla). Bean Bunny, um Muppet que se juntou ao elenco dos Muppets em 1989, no programa de televisão The Jim Henson Hour (antes tinha já aparecido no especial de 1986 The Tale of the Bunny Picnic) foi acrescentado à série, como mais um bebê, na última temporada de Muppet Babies. Statler e Waldorf tiveram participações esporádicas, como adultos.
O personagem do bebê Gonzo é vista como algo ambíguo, senão enigmática, por muitos espectadores que se questionam a respeito da sua natureza. Embora seja normalmente classificado como um "qualquer coisa", as personagens da série referem-se ao Gonzo como sendo um esquisitão, seja isso algum tipo de criatura ou somente uma característica do seu comportamento (o filme Muppets from Space aprofunda este tema). Num episódio, Gonzo acredita, temporariamente, que é um tamanduá. A literatura existente sobre os Marretas é omissa neste assunto, na sua generalidade.
Os rostos dos personagens adultos nunca eram mostrados, a não ser os dos atores que apareciam nos excertos de filmes e os dos Tios Statler e Waldorf, ambos Muppets originais. Uma exceção a esta regra dá-se quando os bebês têm de vencer o seu medo de ir à caverna, numa demanda pelo bebê Animal, que eles acreditam ser o Templo Perdido. Tal como na maior parte das situações imaginadas a partir de filmes, excertos do filme Indiana Jones e o Templo Perdido foram intercalados com a animação. Aqui, um Mola Ram animado mostra a sua cara quando diz aos bebês que os prendeu num beco sem saída. Uma segunda exepção dá-se quando a irmã da babá a vem visitar e a sua cara é mostrada no final.

Personagens
O bebe Animal foi o único cujo aspecto foi alterado. O Animal original tinha pestanas pretas e grossas a toda a volta dos olhos e a sua cara estava sempre a mudar de cor nas duas primeiras temporadas – primeiro vermelha, depois cor de rosa. Nessa altura era Howie Mandel quem lhe emprestava a voz. As pestanas do novo Animal ficaram mais finas e passaram a estar só na parte de cima dos seus olhos e a voz era feita por Dave Coulier. Este Animal tinha sempre uma cara cor de rosa.

Resumo 
Os bebês tinham uma imaginação muito ativa e embarcavam frequentemente em aventuras em mundos imaginários e situações perigosa de onde eram eventualmente salvos quando uma qualquer eventualidade exterior à história – muitas vezes o aparecimento da Babá que vinha indagar o motivo de tanto barulho – os trazia de volta à realidade, mostrando que, por exemplo, uma lula gigante que os tinha presos nos seus tentáculos era, na verdade, a extremidade inferior de uma cortina.

LEIA MAIS EM: https://pt.wikipedia.org/wiki/Muppet_Babies

PARA LER COM A FAMÍLIA - ARTIGO - ASTRONOMIA "A CARA DO GATO DA ALICE"

ASTRONOMIA

A CARA DO GATO DA ALICE

Um conjunto formado por duas galáxias vizinhas ganhou o nome de Gato de Cheshire, o personagem de Alice no País das Maravilhas, por causa de sua aparência engraçada, que mais parece um rosto sorridente.  Mas essa cara não vai durar para sempre: um grupo de astrônomos estudou sobre esse curioso sistema e descobriu que os dois olhos do gato devem se fundir daqui a um bilhão de anos – quando isso acontecer, essa feição felina se transformará em uma única e gigantesca galáxia circular.


No Gato de Cheshire estelar, os olhos são formados pelas galáxias vizinhas e o sorriso, pelo fenômeno das lentes gravitacionais, previsto lá na Teoria da Relatividade de Albert Einstein. Ele acontece porque a luz emitida por outras galáxias muito distantes do sistema desvia a sua trajetória por causa da gravidade gerada pelo Gato. “O efeito das lentes gravitacionais deforma galáxias que estão atrás e que não pertencem ao Gato de Cheshire. As imagens deformadas formam as características felinas como as orelhas e a boca”, explica o astrofísico Renato Dupke, do Observatório Nacional.
O Gato está localizado a cerca de cinco bilhões de anos-luz da Via Láctea. Para o seu estudo, foram usados dois tipos de telescópios: os do Observatório Gemini, localizados no Havaí (EUA) e no Chile, e o Chandra, um telescópio espacial lançado pela agência espacial americana (Nasa). Renato e seus colegas astrônomos realizaram estudos que permitiram saber mais sobre essas galáxias.
Os dois conjuntos de galáxias se aproximam um do outro a uma velocidade de 5 milhões de quilômetros por hora e, quando colidirem, formarão o que os cientistas chamam de “grupo fóssil”, um conjunto de uma grande galáxia central rodeada por outras bem menores. “A galáxia central de um ‘grupo fóssil’ se torna gigante por fusão de galáxias”, explica Raimundo Lopes, astrônomo da Universidade Federal do Sergipe e pesquisador do Observatório Nacional.
Como os cientistas ainda não sabem muito sobre o comportamento dos “grupos fósseis”, a expectativa é que o Gato de Cheshire proporcione muitas descobertas interessantes. Mesmo que um bilhão de anos no futuro pareça muito tempo, os astrônomos já estão ansiosos para desvendar mais um mistério do universo.

LEIA MAIS EM: http://chc.org.br/a-cara-do-gato-da-alice/ 16/12/2015




quarta-feira, 8 de abril de 2020

JOGOS DE LÍNGUA PORTUGUESA - ESTUDE BRINCANDO!!

JOGOS DE LÍNGUA PORTUGUESA 

Esta seção é dedicada ao aprendizado de um jeito descontraído, estimulando a capacidade de interpretação do conteúdo a partir de jogos. Estude brincando!


1- Jogo da forca

Tente adivinhar palavras relacionadas à língua portuguesa! Clique sobre as letras para tentar formar a palavra sorteada. Você pode cometer no máximo 10 erros.







2- Quiz da língua portuguesa

O quiz é o nosso jogo de perguntas e respostas sobre língua portuguesa. Aqui você pode testar os seus conhecimentos de forma interativa e divertida!
Como funciona: cada pergunta vale 10 pontos. A cada jogo, seu objetivo é tentar acertar as 7 questões sorteadas, clicando nas alternativas que você considera corretas. Boa sorte!





3- Jogo de Advérbios 




4- Jogo dos Substantivos 



5- Separe em Sílabas



6- Descubra as Erradas 

CLIQUE AQUI PARA JOGAR



7- Combinando Letras 


CLIQUE AQUI PARA JOGAR


8- Palavras Complicadas


CLIQUE AQUI PARA JOGAR



9- Seguindo a Lógica





10- Trocando as Letras






11- Elemento Estranho 






12- Gerador de Caça-Palavras 




13- Gerador de Palavras Cruzadas 





















PARA LER COM A FAMÍLIA - NOTÍCIA "Cientistas brasileiros desenvolvem simulador de disseminação da Covid-19"

TECNOLOGIA 


Cientistas brasileiros desenvolvem simulador de disseminação da Covid-19


Em parceria com universidade britânica, pesquisadores da UFABC criaram software para mostrar como diferentes cenários impactam a transmissão do vírus Sars-Cov-2

Imagem de microscopia eletrônica mostra o vírus SARS-CoV-2 (amarelo) isolado de um paciente emergindo da superfície de células (azul/rosa) cultivadas em laboratório (Foto: NIAD/HIH)


Pesquisadores da Universidade Federal do ABC (UFABC), em São Paulo, e da Universidade de Bristol, no Reino Unido, criaram um software de acesso público que mostra possíveis cenários de contágio pelo novo coronavírus. As análises apresentam como diferentes condições podem mudar a resposta do Sars-CoV-2 na sociedade.
A construção visual do modelo foi inspirada por uma reportagem publicada no jornal norte-americano Washington Post, na qual o repórter explora, através de gráficos, os resultados de  diferentes cenários de atenuação e supressão social para conter o avanço do vírus. "Queríamos fazer algo robusto, simples e que reproduzisse resultados interessantes. Usamos como base as notícias e pesquisas científicas sobre o tema", afirma José Paulo Guedes Pinto, economista, professor da UFABC e cocriador do projeto, à GALILEU.
Segundo ele, algumas escolas já estão utilizando o site como material didático para explicar o avanço da pandemia. A ferramenta, adaptada de um modelo desenvolvido em 1998 para simular a disseminação do vírus da gripe, funciona como um meio de análise e previsão do que pode acontecer nos próximos meses em relação ao número de infectados, imunizados e mortos.
É possível verificar que, dependendo das condições — como o distanciamento social, a reintrodução do vírus no ambiente ou a imunidade ou mutação de suas cepas —, o Sars-CoV-2 pode se perpetuar e provocar surtos ou epidemias recorrentes por tempo indeterminado. Isso levaria a população a novos períodos de confinamento e a impactos econômicos ainda mais profundos até a criação e popularização de vacinas e outros tratamentos.
Como usar
A plataforma interativa permite que as pessoas definam seu próprio conjunto de dados, que incluem a taxa de confinamento, a densidade populacional, a imunidade e a janela de transmissão. A partir disso, são feitas as simulações. 
O software interativo mostra diferentes cenários da pandemia. Com 90% de isolamento social é possível verificar uma curva mais achatada (Foto: Reprodução)
A equipe acredita que, em todos os casos simulados, a estratégia mais eficaz seja a do isolamento social, que tem um maior potencial de achatar a curva de dispersão do vírus. Ainda assim, há uma possível recorrência de novos surtos da doença ao longo do tempo.
Os cientistas desenvolveram a plataforma de maneira independente e agora buscam financiamento de agências de fomento à pesquisa para ampliar as variáveis e envolver especialistas de outras áreas. "Esse momento mostrou que a ciência é fundamental para superar crises. Nosso próximo passo é complexificar mais esse sistema para gerar resultados cada vez mais precisos", conta Pinto.
Além disso, o software é opensource, ou seja, está aberto para que qualquer pessoa utilize seu código e o modifique.
*Com supervisão de Larissa Lopes
  • BEATRIZ LOURENÇO* -  ATUALIZADO EM 

HISTÓRIA DE HOJE: AS BONECAS DA VÓ MARIA - MEL DUARTE (PARA LER E OUVIR)

“As Bonecas da Vó Maria”, escrito por Mel Duarte e com ilustrações de Giovana Medeiros, é inspirada na história de três empreendedoras de sucesso. Ele conta a trajetória de três irmãs e a relação delas com a avó, que estimulava a imaginação das netas por meio da leitura de forma lúdica. 

















terça-feira, 7 de abril de 2020

PARA LER COM A FAMÍLIA - ARTIGO "Seria possível vivermos em outro planeta? Astrônomas respondem"

ESPAÇO

Seria possível vivermos em outro planeta? Astrônomas respondem

Na coluna Mulheres das Estrelas, as astrônomas Ana Posses, Duilia de Mello e Geisa Ponte analisam a possibilidade de vivermos em outros mundos do Sistema Solar

Representação artística dos oceanos de Vênus (Foto: NASA)

Já pensou em deixar a Terra e se mudar para um outro planeta onde não enfrentássemos problemas como poluição, doenças ou violência? Não sabemos se esse lugar existe, mas com certeza não está na nossa vizinhança.
Se saíssemos do nosso planeta hoje, demoraríamos uns três meses para chegar ao nosso vizinho Vênus, que tem o tamanho da Terra, mas que não poderia nos abrigar. Vênus tem uma atmosfera tão espessa que não conseguimos nem ver sua superfície. Ele sofre de um severo efeito estufa: boa parte da luz do Sol que entra fica presa dentro da atmosfera do planeta, aquecendo-o a temperaturas maiores que 480º C. Dez sondas soviéticas pousaram em Vênus de 1975 a 1982 e enviaram fotos antes de derreterem, pois até chumbo derrete a essas temperatura. Então, pode tirar Vênus da sua lista de viagens.
Mas e uma ida até Mercúrio, o menor dos planetas? Mercúrio não tem atmosfera e está muito próximo do Sol. Enquanto durante o dia a temperatura ultrapassa 400º C, à noite chega a -179º C. Nunca pousamos em Mercúrio, mas temos muitas imagens recentes da sonda americana Messenger, que no final da sua missão se espatifou no solo mercuriano. Daria para viver lá? Não.
Então vamos para Marte, afinal é o planeta alvo das próximas explorações espaciais, certo? Apesar de todo esforço científico e tecnológico, sabemos que ainda falta muita pesquisa e desenvolvimento para ser factível uma caravana de colonização ao Planeta Vermelho. Temos muitos anos pela frente para a primeira pegada humana em solo marciano, que dirá uma colônia permanente. Atualmente, os únicos habitantes de Marte são os robozinhos da Nasa, e eles mesmos nunca encontraram nenhum sinal de que houve vida lá antes (o que não quer dizer que não houve). De todos os planetas do Sistema Solar, Marte é o mais hospitaleiro, com certeza. Mas, mesmo assim, está longe de ser um bom ambiente para nós, seres humanos adaptados à Terra. A temperatura no verão é boa, chegando a uns 20º C, mas o inverno é severo: pode atingir -140º C. A atmosfera é bem fina e o gás principal é o CO2, que sabemos não ser bom para nós.
Foto panorâmica de Marte de maior resolução até agora tirada pelo rover da NASA (Foto: NASA)
Saindo de Marte, passamos pelo cinturão de asteróides que só tem pedregulho e o planeta anão Ceres, que é bem interessante: tem quase 1000 km de diâmetro, mas não tem atmosfera e é superfrio, com temperaturas variando entre -70º C a -150º C.
Podemos cogitar os gigantes gasosos: JúpiterSaturnoUrano e Netuno? Nem pensar. Esses planetas não têm a superfície rochosa de que necessitamos para viver, portanto não serão nossas futuras casas. Porém, algumas das luas destes planetas têm características interessantes.
Júpiter tem uma das luas mais intrigantes do Sistema Solar, Europa. Uma lua congelada lindíssima, que contém oceanos debaixo de uma crosta de gelo de uns 20 km de espessura. A Nasa tem planos de enviar uma sonda não tripulada até lá em breve para explorar a água líquida debaixo do gelo. Mas antes de começarmos a fazer as malas, precisamos saber que dificilmente seria possível humanos se mudarem pra lá, principalmente pelas temperaturas tão baixas, pelo deserto gélido e permanente, além da escassa energia do Sol disponível.
Concepção artística do pouso de uma possível sonda na lua Europa (Foto: NASA)
Outra favorita é Titã, uma das luas de Saturno. Ela tem quase tudo para ser um local hospedeiro, exceto a baixa temperatura de -180º C. Em 2005, a sonda Huygens pousou de paraquedas no solo de Titã, passando pela sua fina atmosfera. O solo de Titã é cheio de pedras e areia e muito parecido com desertos terrestres. Titã é a segunda maior lua do Sistema Solar (a maior é a lua de Júpiter, Ganimede) e tem também estações do ano e lagos de metano que até poderiam abrigar vida, mas não a nossa.
Moral da história: o Sistema Solar não tem aquele paraíso no qual sonhamos viver um dia. Mas e se fôssemos para outro sistema planetário? Para algum exoplaneta que esteja em órbita de uma estrela parecida com o Sol? Não precisamos nos prender aqui, já que o Universo é tão grande, certo?
Então, fiquem ligados: na próxima coluna vamos falar sobre planetas que orbitam outras estrelas e se já existe algum favorito para abrigar vida humana no futuro.
*Ana Posses, Duília de Mello e Geisa ponte são astrônomas que querem mostrar ao Brasil a importância da ciência. Trabalham para atrair mais jovens — especialmente as meninas — para esse campo. (Fotos: arquivo pessoal)


HISTÓRIA DE HOJE: ATÉ AS PRINCESAS SOLTAM PUM - ILAN BRENMAN (PARA LER E OUVIR)

O PAI DE LAURA PEGOU O LIVRO SECRETO DAS PRINCESAS E CONTOU PARA A FILHA ALGO QUE NINGUÉM SABIA...
DESCUBRAM ESSE SEGREDO E NÃO CONTEM PRA NINGUÉM.

























Rotina quinzenal 08 a 19 de março - EMEF - 5º ano

  Rotina quinzenal 08 a 19 de março - EMEF - 5º ano Link aula de Educação - Física: https://ensinofundamentalhortolandia.blogspot.com/search...