Segundo o Dicionário Aurélio, cidadão é aquele indivíduo no gozo dos direitos civis e políticos de um Estado, ou no desempenho de seus deveres para com este. Habitante da cidade. Indivíduo, homem, sujeito.
Ser cidadão, porém, vai além do simples conceito descrito no dicionário. Podemos entender que ser cidadão é: participar como agente atuante de uma sociedade. É não deixar se oprimir e nem subjugar, encarar o desafio de defender seus direitos na busca de uma sociedade mais igualitária.
Ser cidadão não se resume a cobrar do governo o retorno pelos altos impostos. É, acima de tudo, respeitar o próximo no sentido mais amplo possível, independente de sua cor, raça, sexo ou religião, ou em relação aos seus direitos, já que o outro também é cidadão.
Alguns eventos indicam a cidadania como elemento chave para a sua realização, tal como passeatas e manifestações em prol da dignidade na política e contra a violência. Outras atitudes cotidianas também representam a evolução do conceito de cidadão, como respeitar filas ou não jogar lixo nas ruas, por exemplo.
• A fila deve respeitar os direitos de um cidadão na ordem correta;
• Não jogar lixos nas ruas ou não poluir o meio ambiente é respeitar sua própria nação;
• Ser cidadão é ser gente, é respeitar o próximo como a si mesmo.
Cidadania para Crianças:
PARA COMPLEMENTAR,VAMOS ENTENDER UM POUCO MAIS SOBRE OS TRÊS PODERES:
Já ouviu falar dos Três Poderes? Não, não se trata de pedra, papel, tesoura ou coisas do tipo. Trata-se dos poderes Legislativo, Executivo e Judiciário que norteiam as ações políticas do nosso país. Foi o filósofo francês Montesquieu quem tratou pela primeira vez da divisão dos três poderes: Executivo, Legislativo e Judiciário.
Montesquieu, depois de muito estudar o assunto, concluiu que “tudo estaria perdido se o mesmo homem, ou o mesmo corpo de principais, ou de nobres, ou do povo, exercessem os três poderes, o que faz leis, o que executa as resoluções públicas e o que julga os crimes ou as desavenças dos particulares”. Com isso ele queria dizer que, se em uma sociedade, todos cuidassem de tudo, nada iria funcionar. Por isso, a importância da separação dos poderes. Mas atenção! Apesar de separados, eles devem trabalhar de forma harmônica e coordenada, controlando as ações entre si. Nenhum deles “manda” mais que o outro.
O Poder Executivo
O Executivo é a instância de poder político encarregada de executar as leis e administrar o funcionamento do país, do estado ou do município. O poder é exercido pelo presidente (em nível nacional), auxiliado por ministros que indica; governador (estadual e no Distrito Federal); e prefeito (municipal), auxiliados por secretários.
O Poder Legislativo
É o poder encarregado de fazer as leis e fiscalizar as ações do Executivo. É exercido pelo Congresso Nacional (senadores e deputados federais), Assembleias Legislativas (deputados estaduais), Câmara Legislativa (Distrito Federal) e Câmaras Municipais (vereadores). Curiosidade: o Poder Legislativo é bicameral (ou seja, tem duas casas) somente no nível federal (com o Senado Federal e a Câmara dos Deputados).
O Poder Judiciário
É o poder encarregado de fazer com que as leis elaboradas pelo Legislativo sejam cumpridas, resolvendo os conflitos e garantindo os direitos individuais, coletivos e sociais. Seu órgão máximo é o Supremo Tribunal Federal, cujos ministros são nomeados pelo presidente da República. Curiosidade: existem órgãos (tribunais e juízes) federais, estaduais e no Distrito Federal, mas não municipais.
Praça dos Três Poderes
Você conhece ou já ouviu falar na Praça dos Três Poderes, que fica em Brasília? Nela, estão localizados os prédios que sediam os Três Poderes que governam o nosso país: a sede do Executivo funciona no Palácio do Planalto; a do Legislativo, no palácio do Congresso Nacional; e a do Judiciário, no Supremo Tribunal Federal.
Reprodução autorizada desde que contenha a assinatura "plenarinho.leg.br - Câmara dos Deputados" e não seja para fins político-partidários.
Uma viúva tinha uma filha muito bonita que agradava a
toda a gente. A viúva queria casar a filha com homem rico e para isso fazia o
possível para conseguir um genro de posses. Na esquina da rua onde moravam as
duas tinha uma casa de comércio cujo dono era solteiro e cheio de dinheiro. A
viúva fazia as compras nessa casa e vivia estudando um meio de conseguir fazer
com que o homem conhecesse e simpatizasse com sua filha.
Um dia ouviu o rapaz dizer que só se casaria com uma moça
trabalhadeira e que fiasse muito mais do que todas na cidade. A viúva comprou
logo uma porção de linho, dizendo que era para a filha fiar, e que esta era a
melhor fiandeira do mundo.
A viúva chegando a casa entregou o linho â moça, dizendo
que teria de fiá-lo completamente até a manhã seguinte. A moça, que não sabia
fiar, começou a chorar, e foi sentar-se no batente da cozinha, rezando,
desconsolada da vida. Estava nesse ponto quando ouviu uma voz perguntar.
- Chorando por quê, minha filha?
Levantou os olhos e viu uma velhinha. Uma velha feia e
corcunda.
- E não hei de chorar? Minha mãe quer que eu fie todo
esse linho e o entregue todo pronto amanhã de manhã. . . Mas não sei fiar!
- Não se agonie, minha filha. Se você me convidar para
seu casamento e prometer que três vezes me chamará tia, em voz alta, darei uma
ajuda.
A moça prometeu. A velha despediu-se e foi embora,
deixando o monte de linho fiado e pronto. Como mágica. A viúva, quando achou a
tarefa pronta, só faltou morrer de satisfeita. Correu até a loja do negociante,
mostrando as habilidades da filha e pediu uma porção ainda maior de linho. O
negociante espantado pelo trabalho da moça não quis receber dinheiro pela
compra.
Vendo que as coisas se encaminhavam como ela desejava, a
viúva voltou a dar o linho pra a filha fiar até a manhã seguinte. Novamente a
moça se agoniou muito e foi chorar na cozinha. Estava nesse ponto quando ouviu
uma voz perguntar.
- Chorando por quê, minha filha?
Levantou os olhos e viu uma outra velhinha. Mais feia que
a outra e com a boca torta.
- E não hei de chorar? Minha mãe quer que eu fie todo
esse linho e o entregue todo pronto amanhã de manhã. . . Mas não sei fiar!
- Não se agonie, minha filha. Se você me convidar para
seu casamento e prometer que três vezes me chamará tia, em voz alta, darei uma
ajuda.
A moça prometeu e o linho ficou pronto num minuto. Como
mágica.
A viúva voltou correndo à loja do homem rico, mostrando o
linho fiado e gabando a filha. O negociante estava simpatizando muito com a
moça que fiava tão depressa e tinha tamanhas qualidades. A viúva voltou com uma
carga de linho enorme, entregando aquela penitência à sua filha.
Aconteceu como nas outras vezes. Apareceu uma velha que
perguntou:
- Chorando por quê, minha filha?
A moça levantou os olhos e viu uma terceira velhinha. Mas
essa era a mais feia das três. Tinha os dedos finos e compridos como patas de
aranhas.
- E não hei de chorar? Minha mãe quer que eu fie todo
esse linho e o entregue todo pronto amanhã de manhã. . . Mas não sei fiar!
- Não se agonie, minha filha. Se você me convidar para
seu casamento e prometer que três vezes me chamará tia, em voz alta, darei uma
ajuda.
A moça prometeu e o trabalho ficou pronto num piscar de
olhos. Como mágica.
Quando o negociante viu o linho fiado, pediu para
conhecer a moça, conversou com ela: e acabou falando em casamento. Como era
muito bonito e educado, a moça aceitou e marcou-se o casamento. O homem mandou
preparar sua casa com todos os arranjos decentes e encheu uma mesa de fusos,
rocas, linhos, tudo para que a mulher se ocupasse em fiar.
Depois do casamento, na hora da festa, estavam todos
reunidos e muito alegres, quando bateram palmas e entrou uma das três velhas. A
noiva correu logo dizendo:
- Que alegria, minha tia! Entre, minha tia, sente-se aqui
perto de mim, minha tia.
Assim que a velha sentou na cadeira, chegou a outra,
recebida com a mesma satisfação:
- Entre minha tia! Sente-se aqui, minha tia! Vai jantar
comigo, minha tia!
A terceira velha chegou também e a noiva abraçou-a logo:
- Dê cá um abraço, minha tia! Vamos sentar, minha tia!
Quero apresentá-la ao meu marido, minha tia!
Foram para o jantar e o marido e convidados não tiravam
os olhos de cima das três velhas que eram feias como o pecado mortal.
Depois do jantar, o marido não se conteve e perguntou por
que a primeira era tão corcunda, a segunda com a boca torta e a terceira com os
dedos tão finos e compridos. As velhinhas responderam:
- Eu fiquei corcunda de tanto fiar linho, curvada para
rodar o fuso!
- Eu fiquei com a boca torta de tanto cortar os fios de
linho quando fiava!
- Eu fiquei com os dedos assim de tanto puxar e remexer o
linho quando fiava!
Ouvindo isso o marido mandou buscar os fusos, rocas,
meadas, linhos, e tudo que servisse para fiar, e fez com que queimassem tudo,
jurando a Deus que jamais sua mulher havia de ficar feia como as três tias
fiandeiras por causa do encargo de fiar. Depois, as três velhas desapareceram
para sempre e o casal viveu muito feliz.
QUE BANDEIRA SERIA ESTA QUE O CANGACEIRO CONTA NO CORDEL??
PESQUISE AS PALAVRAS DO CORDEL QUE VOCÊ NÃO CONHECE E REGISTRE NO CADERNO.
História
Foi originada na Revolução Pernambucana de 1817, sendo oficializada na comemoração do seu centenário (1917), através do decreto nº 459/1917, pelo governador Manuel Antônio Pereira Borba.
Significado dos elementos
A flâmula de Pernambuco surgiu antes da independência brasileira, e foi concebida para ser a bandeira do Brasil sob um regime republicano de cunho liberal. No pavilhão da efêmera república pernambucana de 1817, a cor azul simbolizava o céu; a cor branca representava a nação; o arco-íris (verde, amarelo, vermelho) assinalava o início de uma nova era; as três estrelas representavam Pernambuco, Paraíba e Rio Grande do Norte — e outras estrelas seriam inseridas em volta do arco-íris ao passo que outras capitanias brasileiras aderissem oficialmente à confederação —; a cruz era uma referência à denominação do Brasil em seus primórdios (Terra de Santa Cruz); e o Sol iluminava o futuro. O criador da bandeira foi o padre e revolucionário João Ribeiro Pessoa de Melo Montenegro.
Na bandeira atual, adotada em 1917, a cor azul do retângulo superior simboliza a grandeza do céu pernambucano; a cor branca representa a paz; o arco-íris simboliza a união de todos os pernambucanos; a estrela caracteriza o estado no conjunto da Federação, que na bandeira nacional é representado por Denebakrab; o Sol é a força e a energia de Pernambuco; e, finalmente, a cruz representa a fé na justiça e no entendimento. A única modificação da bandeira original foi a retirada de duas das três estrelas inseridas acima do arco-íris.
Conversa Inicial: Umas das bandeiras mais antigas do mundo.
Origem
A origem da bandeira japonesa é incerta e várias estórias buscam explicá-la.
Uma delas remonta às crenças do país. A bandeira seria uma homenagem à deusa do Sol Amaterasu. Afinal, o Japão é conhecido como a Terra do Sol Nascente desde a Antiguidade.
Outra versão, mais aceita pelos historiadores, é que a bandeira teria sido idealizada durante o período das invasões mongóis, no séc. XIII.
O pavilhão teria sido desenvolvido por um sacerdote budista, chamado Nichiren, e que tinha a intenção de fazer uma oferta ao imperador da altura.
Desta maneira, este desenho começou a ser utilizado, entre os séculos XV e XVI, em embarcações e unidades militares.
Contudo, esta bandeira somente passou a ser a flâmula oficial do Japão no ano de 1999.
Significado
As cores da bandeira do Japão possuem o seguinte simbolismo:
Branca - símbolo da pureza;
carmesim (um tom do vermelho) - sinceridade e paixão.
O disco vermelho remete ao Sol, um símbolo extremamente caro ao Japão. O sol, primitivamente, é a fonte de vida para todas as culturas do planeta. No Japão, seria o lugar onde ele nasce, portanto, de onde a vida mesma provém.
Curiosidades
Devido ao desenho simples, a bandeira japonesa é uma das mais reconhecíveis do mundo.
A maior bandeira do Japão no mundo tem 9 metros de altura e 13,6 metros de largura. Está hasteada a uma altura de 47 metros, pesa 49 quilos e se encontra no santuário de Izumo, na província de Shimane.
Você já observou que nos jornais e revistas há um espaço reservado para que a opinião dos leitores seja publicada?
Estamos falando das cartas dos leitores, as quais mostram opiniões e sugestões; debatem os argumentos levantados nos artigos e fazem críticas a respeito; trazem perguntas, reflexões, elogios, incentivos, etc.
Para o leitor é o meio de expor seu ponto de vista em relação ao assunto lido, para o veículo de informação é uma arma publicitária para saber o que está agradando a opinião pública.
Não há regras estabelecidas para se fazer uma carta no estilo “carta do leitor”, a não ser as que já são preconizadas, ou seja, recomendadas ao escrevermos a alguém: especifique o assunto e seja breve; trace previamente o objetivo da carta (opinar, sugerir, debater); escreva em uma linguagem clara, precisa e nunca faça uso de palavras de baixo calão, pois sua carta não será publicada!
O objetivo do leitor ao escrever uma carta para um jornal da cidade ou uma revista de circulação nacional é tornar pública sua ideia e se sentir parte da informação. A carta do leitor é tão importante que pode ser fonte para uma nova notícia, uma vez que ao expor suas considerações a respeito de um assunto, o destinatário pode acrescentar outros fatos igualmente interessantes que estejam acontecendo e possam ser abordados!
Deve-se ter muito cuidado ao redigir uma carta, pois será lida por muitas pessoas. Por isso, revise o texto e observe com atenção se há clareza nas frases, se os períodos não estão muito longos e se não há repetições de ideias ou palavras, se há erros de pontuação e grafia.
Importante: Não se preocupe apenas em dizer o que pensa, o que acha, mas dê seu ponto de vista sempre explicando com muito cautela, e se expuser fatos, tenha certeza que são verdadeiros.
Por Sabrina Vilarinho
Graduada em Letras
DUARTE, Vânia Maria do Nascimento. "A Carta do leitor "; Brasil Escola. Disponível em: https://brasilescola.uol.com.br/redacao/a-carta-leitor.htm. Acesso em 05 de maio de 2020.
Carlos Alberto Ferreira Braga, conhecido como Braguinha e também por João de Barro (Rio de Janeiro, 29 de março de 1907 — Rio de Janeiro, 24 de dezembro de 2006), foi um compositorbrasileiro. Ele é considerado o compositor de carreira mais longa no Brasil, com mais 400 músicas gravadas.
Suas composições são conhecidas e cantadas por todos os brasileiros: Pirata da Perna de Pau, Chiquita Bacana, Touradas de Madri, A Saudade mata a Gente, Balancê, As Pastorinhas, Turma do Funil e muitas outras.
Sua musicografia completa, inclusive com versões e músicas infantis, passa dos 420 títulos, uma das maiores e de mais sucessos da música popular brasileira.